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Civilização Egípcia - O Médio Império

Perto de 2000 a.C., teve início uma luta contra os nomarcas, que, progressivamente, acabou restabelecendo o poder do faraó e a unidade do império. A cidade de Tebas transformou-se na nova capital.
O dinamismo do período deveu-se às novas obras de irrigação, ampliando as áreas agrícolas e produtivas, e à construção de grandes tumbas e templos.
Tal foi o desenvolvimento que as artes e a literatura egípcia desta época se transformaram em modelos áureos e fintes de interesse para as gerações futuras.



egípcio Contudo, os vários levantes empreendidos pelos nobres que reivindicavam maior autonomia, acompanhados de rebeliões camponesas estimuladas pela penúria popular, minaram o poder central egípcio. Perto de 1.800 a.C., agravando ainda mais o quadro geral, teve início uma onda de invasões estrangeiras, com hebreus e, principalmente, hicsos, estabelecendo domínios na região.


Os hicsos, povos de origem asiática, usavam cavalos, carros de guerra e armas feitas de ferro, equipamentos que até então eram desconhecidos no vale do Nilo. Esses recursos permitiram aos invasores isolar os faraós em Tebas e exercer um completo domínio sobre a tributação, controlando o país por quase dois séculos.




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