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Civilização Egípcia - O Novo Império

egípcio Após 1100 a.C., o Egito voltou a se dividir, passando a ter governantes autônomos e rivais no Alto e no Baixo Egito, fragilizando-se e facilitando o avanço de conquistadores vizinhos. Dentre estes, destacaram-se os assírios, que em 662 a.C., sob o comando de Assurbanipal, conquistaram a região. Os egípcios, porém, resistiram à dominação assíria e o faraó Psmético I (655 a.C. – 610 a.C.) obteve a libertação da nação, iniciando um intenso florescimento econômico e cultural.
No período denominado renascimento saíta, pois Sais havia se transformado na nova capital, o Egito recuperou alguns territórios e uma forte unidade. Foi nessa fase, como descreve o historiador grego Heródoto, que o faraó Necao intensificou o comércio com a Ásia e financiou o navegador fenício Hamon numa viagem que contornou toda a costa africana. Depois de Necao, as disputas políticas envolvendo burocratas, sacerdotes e militares ganharam intensidade e descontrole, e somadas as rebeliões camponesas, enfraqueceram definitivamente o império. As invasões tornaram-se cada vez mais freqüentes e bem sucedidas, até que, em 525 a.C., os persas, sob o comando de Cambises, conquistaram o Egito na batalha de Pelusa, destronando o faraó Psamético III.

egípcia Transformado pelos conquistadores em uma província do Império Persa, o Egito foi vítima, posteriormente, de outras dominações, como a dos gregos, macedônios, e romanos. Durante o domínio romano teve início a penetração do cristianismo na região e, mais tarde, com a ocupação árabe, do islamismo, religiões que ajudaram a demolir o que restava da antiga cultura egípcia que durara perto de três milênios.

Além dos exemplos arqueológicos, como as pirâmides e templos, chegaram até nós também resquícios de sua língua, ironicamente, através dos cultos da igreja cristã do Egito, ou copta. pirâmide




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