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Civilização Fenícia

estátuas fenícias A história fenícia caracterizou-se pela alternância da hegemonia política das principais cidades-estados – Biblos, Ugarit, Sidon e Tiro. A mais antiga predominância coube a Biblos e Ugarit, seguidas por Sidon, isto antes do século XIII a.C., sendo que Biblos, situada um pouco ao norte de Beirute, destacou-se no comércio com o Egito, e Ugarit com a Mesopotâmia e Ásia Menor. O final da hegemonia de Biblos e Ugarit deveu-se à dominação egípcia e invasões hititas e dos povos do mar Egeu, os chamados “povos do mar”. A época de maior desenvolvimento de Sidon, que estabelecera amplo comércio no Mediterrâneo Oriental, terminou frente ao expansionismo assírio.
A seguir, deu-se o período de supremacia de Tiro, cujo apogeu situa-se entre os séculos X e IX a.C., submetendo-se mais tarde aos domínios babilônico, persa e grego, em meio a sucessivos reerguimentos.

Com os persas, a Fenícia transformou-se em uma província de seu império e, barco fenício com Alexandre Magno da Macedônia, Tiro acabou sendo subjugada completamente no século IV a.C. Finalmente, ao domínio macedônico sobre a Fenícia sucedeu-se o romano.
No período de hegemonia de Tiro, o comércio fenício, que até então se restringia à parte oriental, estendeu-se para o ocidente. Como conseqüência, a Fenícia fundou diversas colônias e feitorias, assumindo o controle comercial sobre o Mediterrâneo. Nessa época, os fenícios fundaram a sua mais importante colônia ocidental, Cartago, que, depois da decadência fenícia frente às invasões estrangeiras, se transformou num grande império marítimo, rivalizando com a crescente expansão romana do século III a.C. escultura fenícia







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