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Monteiro Lobato - Brasil 18/04/1882 Terça-feira - 04/07/1948 Domingo

Monteiro Lobato José Renato Monteiro Lobato não foi apenas o escritor das crianças brasileiras. Seus livros foram traduzidos também para o espanhol e lidos por muitas outras crianças. Desde muito pequeno, Lobato sentia uma fascinação especial por uma elegante bengala de castão de ouro pertencente ao seu pai e sonhava herdá-la um dia. Mas havia um detalhe atrapalhando seus planos. As iniciais do nome do pai, “JBML – José Bento Marcondes Lobato”, gravadas no castão, não coincidiam com as suas. Para resolver o problema, resolveu mudar de nome, passando a assinar daí por diante José Bento Monteiro Lobato.



Narizinho Até 1924 toda a sua obra era recolhida dos artigos e crônicas que publicara em jornais. Quase sem perceber, talvez para passar o tempo, começa um outro estilo de literatura: estórias para crianças, aquelas que o tornariam um dos mais importantes escritores brasileiros. A primeira estória da série, que se tornaria maior do que ele próprio imaginava, foi ideada como um livro de leitura para uso das escolas primárias. Foi “A Menina do Narizinho Arrebitado”, editado em 1921 e que nas edições sucessivas passaria a denominar-se simplesmente: Narizinho.



Visconde Mais tarde, as aventuras de Narizinho foram ampliadas. Começaram a nascer novos personagens, todos habitantes de um mundo maravilhoso, num sítio, o do Pica-Pau Amarelo: a boneca Emília, com seu eterno mundo de mentirinhas, o Visconde de Sabugosa, falante sábio feito pela Tia Nastácia, a velha ama, com um sabugo de milho; Pedrinho, o menino sério e curioso; Dona Benta, a avó de cujas mãos mágicas saíam deliciosos quitutes. Dona Benta e Tia Nastácia, Narizinho e Pedrinho são personagens típicos das fazendas. O Rabicó, o porco; o Visconde e a Emília; o rinoceronte Quindim, e os inúmeros outros personagens são todas figuras incluídas no universo fantástico da imaginação infantil. Lobato foi buscá-los no dia-a-dia de meninos de fazenda, tal como ele o fora. Livro do Jeca Tatu




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