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Napoleão Bonaparte - França 15/08/1769 Terça-feira - 05/04/1821 Quinta-feira

Napoleão Bonaparte Quando Napoleão nasceu, mal tinha cessado as lutas dos corsos contra as tropas francesas de ocupação. Foi de sua mãe que herdou quase todos os traços físicos e o temperamento. Ele mesmo disse: “À minha mãe devo minha fortuna e tudo o que de bom tenho feito...” e foi ela quem o acompanhou no exílio na ilha de Elba, lutou pela sua libertação quando do exílio em Santa Helena e ainda lutou pela reabilitação de sua memória. Napoleão concentrou seus estudos em história e matemática. No colégio vivia pensativo e sombrio, sempre insatisfeito e nunca participando de jogos com os colegas. Logo conquista antipatias, respondendo com um silêncio obstinado às censuras dos professores e com socos às zombarias dos colegas.

Napoleão Bonaparte A vitoriosa Revolução de 1789 em nada mudou o destino de Napoleão. Andou realizando missões secundárias no interior da França. Até que, em 1793, teve sua grande oportunidade em Toulon. Acidade se rebelara contra o novo governo republicano do país. O comandante da artilharia local foi ferido na batalha e Napoleão assumiu o comando, derrotando os insatisfeitos e, em virtude disso, foi nomeado general de brigada, com apenas 24 anos. As complicações políticas novamente o colocaram de novo à margem dos acontecimentos, quando salva a República, em 04 de outubro de 1795, derrotando os revoltosos partidários da monarquia. Em conseqüência, recebe nova promoção, é nomeado comandante do exército francês.

Na Itália, revela seu extraordinário gênio militar e depois na Áustria, visa abolir os velhos regimes monárquicos pelos novos, correspondentes aos ideais da Revolução Francesa: com isso, torna-se temido na Europa. Toma o Egito pelas armas, entra na Napoleão Bonaparte Palestina e aproxima-se da Síria e depois volta a Paris e, num golpe de estado, assume o governo e se faz Imperador em 1804. Em pouco tempo tem sob seu poder os estados da Itália dividida, os Países-Baixos, a Polônia e vários principados da Alemanha, mas não consegue quebrar a resistência da monarquia espanhola, nem a da Rússia e nem a do império austríaco. Tem contra si, a poderosa Inglaterra, que controla os mares e que, interferindo nas nações dominadas, fomenta revoltas. Napoleão decreta contra aquele país o Bloqueio Continental, mas Portugal e Rússia não obedecem e são invadidos. No primeiro atinge seu objetivo, mas ao chegar ao território russo encontra singular resistência: Moscou fora incendiada pelos próprios russos e além do inverno, enfrenta a resistência do povo.Napoleão Bonaparte




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